Vou começar hoje com um dos primeiros jogos que joguei quando comprei o Xbox One: Dragon Age Inquisition. Lançado em Novembro de 2014 pela EA e desenvolvido pela BioWare, este é um RPG de ação, sequencia direta de Dragon Age 2. Como de praxe na saga, somos apresentado à um novo personagem conhecido como Inquisidor em sua saga para lidar com uma guerra civil entre magos e templários que assola o continente de Thedas enquanto uma misteriosa fissura no céu chamada de A Brecha permite que demônios invadam o nosso mundo.
Eu já conhecia os outros jogos da saga desde o primeiro chamado de Origins. O que sempre mais me chamou atenção nos jogos da franquia é o poder de decisão que você exerce em cima dos seus personagens e de todas as situações que lhe são apresentadas durante as partidas e as suas consequências. Cada decisão sua gera uma reação, e isso tem que ser muito bem pensado, gerando assim um fator de maior envolvimento e certa realidade em suas ações; você vai acabar reagindo no jogo como você reage à situações parecidas na sua vida real. Conforme você progride no jogo, mais personagens você vai conhecendo neste vasto mundo, e eventualmente alguns deles vão se juntar à sua party, podendo ser selecionado para encarar as missões do jogo. O jogo é grande, existem muitas, mas muitas missões paralelas às missões principais que vão deixar você ocupado por um longo tempo. Meu save tem quase 100 horas de jogo e ainda não cheguei na metade das missões principais. Se você apenas está interessado em completar o jogo, sem se importar tanto assim com as missões secundárias, até dá pra fazer, mas vai ser bem mais complicado. Não é que se você fizer todas as missões secundárias o jogo fica mais fácil, mas o nivelamento da dificuldade vai ser bem melhor. Mas é nesse ponto que vou dar minha nota negativa ao jogo; a excessiva quantidade de missões secundárias no jogo, algumas sem necessidade nenhuma. Em nenhum momento o jogo te obriga à fazê-las, mas se você gosta de explorar todos os cantos do vastos mapas, você vai acabar fazendo a maior parte delas, e muitas são simples missões de vá de um canto para outro e volte pra trazer um objeto que não vai servir pra nada. Algumas te dão recompensas valiosas, mas a maioria só te dá gold do jogo e muitas vezes nem vale tanta à pena assim. No que o jogo é excelência é em sua história; todos os jogos dessa franquia tem uma história bem amarrada, bem contada e com desfechos diferentes dependendo das suas escolhas durante a partida. O gameplay também sempre foi marca registrada da franquia, sendo que neste apresenta uma novidade chamada Câmera Tática; ao apertar o botão da Câmera Tática, o jogo fica em slow motion e você pode decidir a melhor jogada da sua equipe, recuperar o HP dos personagens, selecionar magias e golpes e até fabricar um combo! É uma excelente novidade para o jogo e cai muito bem em todas as batalhas, que não são poucas. Em resumo, é um excelente RPG e que vale a pena a compra!
O próximo jogo que vou falar é The Order 1886, jogo produzido pela Ready At Dawn com a colaboração da SCE Santa Monica Studios. Foi lançado pela Sony Computer Entertainment exclusivamente para PS4 em Fevereiro de 2015. O jogo conta a história de um grupo de cavaleiros conhecidos com The Order, fundada pelo Rei Arthur com o intuito de combater criaturas nefastas. Como o título sugere, se passa durante o ano de 1886 numa Londres vitoriana. O personagem central do jogo é Sir Galahad, um dos mais respeitados cavaleiros da Ordem. Trata-se de um jogo de ação de tiro em 3a pessoa, bem parecido com Gears of War, mas comparando cruamente é bem genérico. Foi um dos primeiros jogos que comprei junto com o PS4, e foi anunciado com um grande hype na mídia especializada por ser considerado revolucionário. Mas de revolucionário não tem nada, mas ainda assim é um bom jogo com uma boa história e com excelentes gráficos, mas nada mais além disso. Eu gostei bastante do jogo, exatamente por ser um fã órfão de Gears of War. The Order 1886 foi muito criticado pela sua excessiva quantidade de QTEs (Quick Time Events) e Cut-Scenes, mas ainda assim eu acredito que não peca por isso, pois são cenas muito bem executadas e dirigidas. Isso toma quase que metade do game, que não é muto grande (dura cerca de 8h), e entendo as criticas, mas não acho que isso tira o mérito do jogo no que ele se propõe. Graficamente é um excelente jogo, a modelagem dos personagens é quase real, e isso mostra um pouco do que o PS4 é capaz de produzir. É um jogo que eu recomendo, ainda mais por hoje em dia estar mais barato.
O próximo jogo é Bloodborne, um jogo ação tática desenvolvido pela From Software e publicado pela Sony Computer Entertainment em Março de 2015, exclusivamente para PS4. Realizado pelo mesmo diretor de Demon's Souls e Dark Souls, por muitos foi considerado a sequencia espiritual de Demon's Souls, mas o diretor do jogo, Hidetaka Miyazaki, sempre afirmou que este é um jogo de uma nova IP da Sony, e não tem relação nenhuma com os jogos da série Souls. A jogabilidade lembra bastante à da série Souls, mas é aprimorada de forma positiva, pois o personagem é bem mais ágil e rápido. Eu joguei Dark Souls no meu antigo PS3 e senti a diferença ao jogar Bloodborne; precisei ser mais agressivo nas minhas abordagens aos inimigos, inclusive chefões, mas sempre com o mesmo cuidado e tática, pois quando menos se espera, o inimigo pode desferir um golpe que pode acabar com quase toda a sua barra de life. O jogo é difícil e você vai morrer bastante. Isso pode frustrar a maioria dos jogadores, mas se você é da minha geração e jogou jogos do tipo Contra e Battletoads, com certeza não vai desistir na primeira morte. Realmente Bloodborne não é um jogo pra qualquer um, requer uma certa dose de paciência e habilidade pra jogar, e você só vai aprender mesmo morrendo. Uma vez que você entende isso, você vai apreciar o jogo do jeito que ele tem que ser jogado. Existe uma função online no jogo, em que você pode chamar até 3 amigos para te ajudar durante o jogo, principalmente contra os chefões, o que facilita muito a batalha. É um jogo recompensador pra quem tem a paciência necessária pra chegar até o final, vale muito a compra se você é fã desse estilo de jogo.
Agora vou entrar na parte final do post, vou falar sobre meus 2 jogos favoritos desse ano até o momento! Mas calma, ainda tem jogo pra caramba pra ser lançado este ano e jogos que ainda não joguei. Se você sentir falta de The Witcher 3 aqui, não se preocupe: eu não vou falar sobre ele pois não joguei e nem tenho vontade hahahahahaha! Nada pessoal, mas pra quem jogou Dragon Age Inquisition como eu, não vai ter nem saco e nem tempo pra The Witcher 3! Agora vamos aos 2 ultimos jogos!
Mad Max, produzido pela Avalanche Studios e lançado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em Setembro de 2015, é um jogo de ação / aventura de mundo aberto baseado na série de filmes, mas que não tem relação direta com nenhum deles. Um dos jogos mais divertidos que joguei este ano! A pegada do jogo é similar à GTA, mas com toda a ambientação do desolado mundo de Mad Max. A história conta a jornada de Max para recuperar seu V8 Interceptor que foi roubado por saqueadores do bando de Scrotus (sim, o nome é esse mesmo). Durante sua jornada, Max se alia à um mecânico chamado Chumbucket que o auxilia tanto na manutenção da sua máquina de matar quanto nos combates. Falando em combates, esses são os destaques de Mad Max, tanto no carro quanto nos punhos da fúria; Max conta com uma vasta gama de itens que pode ir aplicando ao seu Magnum Opus no decorrer do jogo para personalizar seu carro da forma como quiser, e também pode fortalecer o próprio Max, melhorando sua armadura e sua melhor arma: seus punhos. O combate em solo de Max lembra bastante Shadows of Mordor e Batman, mas é mais visceral e bruto. Como de praxe num jogo de mundo aberto, existem centenas de coisas à serem feitas no imenso mapa do jogo. A jogabilidade é bem fluida e de resposta rápida. Graficamente o jogo é belo, com visuais deslumbrantes na vastidão do deserto Australiano. Eu estou me divertindo demais com esse jogo, estou totalmente imerso em sua história, muito bem contada por sinal. Como fã dos filmes de Mad Max, não poderia deixar passar esse jogo que não deixou à desejar! Vale a compra!
E por fim, não poderia deixar de falar sobre o meu jogo favorito deste ano e que eu tenho certeza que será O JOGO DO ANO (desculpe Star Wars Battlefront): Batman Arkham Knight, jogo produzido pela Rocksteady Studio e lançado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em Junho de 2015. Este é o ultimo jogo da série Arkham, fechando com chave de ouro a saga do Cavaleiro das Trevas em manter a paz em Gotham. Neste jogo temos a volta do Espantalho, que melhorou o seu gás do medo e pretende assolar Gotham em pesadelo. E para isso ele forma uma aliança com um novo vilão criado especificamente para este jogo: o Arkham Knight. O jogo é um mundo aberto em grande parte na cidade de Gotham, onde você tem que desvendar os mistérios do Charada, lutar contra gangues pelo controle das ruas e prender os mais procurados, entre eles Pinguim, Duas-Caras e Arlequina. Na boa, este é o melhor jogo do ano, PQP! Não tem uma virgula pra falar mal desse jogo, perfeito em todos os sentidos! Gameplay primoroso, aperfeiçoando o que já era espetacular nos outros jogos, e agora com a adição do Batmóvel, tendo missões específicas para o carro! A história do jogo é muito bem contada e coesa, tendo um desfecho sensacional, digno do melhor herói da DC Comics. A experiência de jogar Batman Arkham Knight é difícil de explicar, só jogando mesmo. Se eu tiver que apontar 1 ponto negativo é o fato de você ter que desvendar os 280 mistérios do Charada pra poder ver o verdadeiro final do jogo. Muitos troféus do Charada estão bem escondidos que são quebra-cabeças dignos do maior detetive do mundo. É um jogo excelente em todos os aspectos técnicos e uma aquisição obrigatória pra quem é fã do Batman. Depois de tudo que o Batman passa no jogo ainda tem os DLCs de história paralela que você pode jogar quem complementam toda a experiência deste incrível jogo. Dou destaque para o DLC do Capuz Vermelho e da Batgirl. Vale cada centavo do seu bolso!
Bom, é isso por hoje criançada! Hoje o post ficou grande pela quantidade de jogos que falei aqui hoje, mas prometo que não vou ficar mais tanto tempo afastado! Comentem, curtam, compartilhem e deem sugestões de jogos! Beijo no cotovelo!
Eu já conhecia os outros jogos da saga desde o primeiro chamado de Origins. O que sempre mais me chamou atenção nos jogos da franquia é o poder de decisão que você exerce em cima dos seus personagens e de todas as situações que lhe são apresentadas durante as partidas e as suas consequências. Cada decisão sua gera uma reação, e isso tem que ser muito bem pensado, gerando assim um fator de maior envolvimento e certa realidade em suas ações; você vai acabar reagindo no jogo como você reage à situações parecidas na sua vida real. Conforme você progride no jogo, mais personagens você vai conhecendo neste vasto mundo, e eventualmente alguns deles vão se juntar à sua party, podendo ser selecionado para encarar as missões do jogo. O jogo é grande, existem muitas, mas muitas missões paralelas às missões principais que vão deixar você ocupado por um longo tempo. Meu save tem quase 100 horas de jogo e ainda não cheguei na metade das missões principais. Se você apenas está interessado em completar o jogo, sem se importar tanto assim com as missões secundárias, até dá pra fazer, mas vai ser bem mais complicado. Não é que se você fizer todas as missões secundárias o jogo fica mais fácil, mas o nivelamento da dificuldade vai ser bem melhor. Mas é nesse ponto que vou dar minha nota negativa ao jogo; a excessiva quantidade de missões secundárias no jogo, algumas sem necessidade nenhuma. Em nenhum momento o jogo te obriga à fazê-las, mas se você gosta de explorar todos os cantos do vastos mapas, você vai acabar fazendo a maior parte delas, e muitas são simples missões de vá de um canto para outro e volte pra trazer um objeto que não vai servir pra nada. Algumas te dão recompensas valiosas, mas a maioria só te dá gold do jogo e muitas vezes nem vale tanta à pena assim. No que o jogo é excelência é em sua história; todos os jogos dessa franquia tem uma história bem amarrada, bem contada e com desfechos diferentes dependendo das suas escolhas durante a partida. O gameplay também sempre foi marca registrada da franquia, sendo que neste apresenta uma novidade chamada Câmera Tática; ao apertar o botão da Câmera Tática, o jogo fica em slow motion e você pode decidir a melhor jogada da sua equipe, recuperar o HP dos personagens, selecionar magias e golpes e até fabricar um combo! É uma excelente novidade para o jogo e cai muito bem em todas as batalhas, que não são poucas. Em resumo, é um excelente RPG e que vale a pena a compra!
O próximo jogo que vou falar é The Order 1886, jogo produzido pela Ready At Dawn com a colaboração da SCE Santa Monica Studios. Foi lançado pela Sony Computer Entertainment exclusivamente para PS4 em Fevereiro de 2015. O jogo conta a história de um grupo de cavaleiros conhecidos com The Order, fundada pelo Rei Arthur com o intuito de combater criaturas nefastas. Como o título sugere, se passa durante o ano de 1886 numa Londres vitoriana. O personagem central do jogo é Sir Galahad, um dos mais respeitados cavaleiros da Ordem. Trata-se de um jogo de ação de tiro em 3a pessoa, bem parecido com Gears of War, mas comparando cruamente é bem genérico. Foi um dos primeiros jogos que comprei junto com o PS4, e foi anunciado com um grande hype na mídia especializada por ser considerado revolucionário. Mas de revolucionário não tem nada, mas ainda assim é um bom jogo com uma boa história e com excelentes gráficos, mas nada mais além disso. Eu gostei bastante do jogo, exatamente por ser um fã órfão de Gears of War. The Order 1886 foi muito criticado pela sua excessiva quantidade de QTEs (Quick Time Events) e Cut-Scenes, mas ainda assim eu acredito que não peca por isso, pois são cenas muito bem executadas e dirigidas. Isso toma quase que metade do game, que não é muto grande (dura cerca de 8h), e entendo as criticas, mas não acho que isso tira o mérito do jogo no que ele se propõe. Graficamente é um excelente jogo, a modelagem dos personagens é quase real, e isso mostra um pouco do que o PS4 é capaz de produzir. É um jogo que eu recomendo, ainda mais por hoje em dia estar mais barato.
Agora vou entrar na parte final do post, vou falar sobre meus 2 jogos favoritos desse ano até o momento! Mas calma, ainda tem jogo pra caramba pra ser lançado este ano e jogos que ainda não joguei. Se você sentir falta de The Witcher 3 aqui, não se preocupe: eu não vou falar sobre ele pois não joguei e nem tenho vontade hahahahahaha! Nada pessoal, mas pra quem jogou Dragon Age Inquisition como eu, não vai ter nem saco e nem tempo pra The Witcher 3! Agora vamos aos 2 ultimos jogos!
Mad Max, produzido pela Avalanche Studios e lançado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em Setembro de 2015, é um jogo de ação / aventura de mundo aberto baseado na série de filmes, mas que não tem relação direta com nenhum deles. Um dos jogos mais divertidos que joguei este ano! A pegada do jogo é similar à GTA, mas com toda a ambientação do desolado mundo de Mad Max. A história conta a jornada de Max para recuperar seu V8 Interceptor que foi roubado por saqueadores do bando de Scrotus (sim, o nome é esse mesmo). Durante sua jornada, Max se alia à um mecânico chamado Chumbucket que o auxilia tanto na manutenção da sua máquina de matar quanto nos combates. Falando em combates, esses são os destaques de Mad Max, tanto no carro quanto nos punhos da fúria; Max conta com uma vasta gama de itens que pode ir aplicando ao seu Magnum Opus no decorrer do jogo para personalizar seu carro da forma como quiser, e também pode fortalecer o próprio Max, melhorando sua armadura e sua melhor arma: seus punhos. O combate em solo de Max lembra bastante Shadows of Mordor e Batman, mas é mais visceral e bruto. Como de praxe num jogo de mundo aberto, existem centenas de coisas à serem feitas no imenso mapa do jogo. A jogabilidade é bem fluida e de resposta rápida. Graficamente o jogo é belo, com visuais deslumbrantes na vastidão do deserto Australiano. Eu estou me divertindo demais com esse jogo, estou totalmente imerso em sua história, muito bem contada por sinal. Como fã dos filmes de Mad Max, não poderia deixar passar esse jogo que não deixou à desejar! Vale a compra!
E por fim, não poderia deixar de falar sobre o meu jogo favorito deste ano e que eu tenho certeza que será O JOGO DO ANO (desculpe Star Wars Battlefront): Batman Arkham Knight, jogo produzido pela Rocksteady Studio e lançado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em Junho de 2015. Este é o ultimo jogo da série Arkham, fechando com chave de ouro a saga do Cavaleiro das Trevas em manter a paz em Gotham. Neste jogo temos a volta do Espantalho, que melhorou o seu gás do medo e pretende assolar Gotham em pesadelo. E para isso ele forma uma aliança com um novo vilão criado especificamente para este jogo: o Arkham Knight. O jogo é um mundo aberto em grande parte na cidade de Gotham, onde você tem que desvendar os mistérios do Charada, lutar contra gangues pelo controle das ruas e prender os mais procurados, entre eles Pinguim, Duas-Caras e Arlequina. Na boa, este é o melhor jogo do ano, PQP! Não tem uma virgula pra falar mal desse jogo, perfeito em todos os sentidos! Gameplay primoroso, aperfeiçoando o que já era espetacular nos outros jogos, e agora com a adição do Batmóvel, tendo missões específicas para o carro! A história do jogo é muito bem contada e coesa, tendo um desfecho sensacional, digno do melhor herói da DC Comics. A experiência de jogar Batman Arkham Knight é difícil de explicar, só jogando mesmo. Se eu tiver que apontar 1 ponto negativo é o fato de você ter que desvendar os 280 mistérios do Charada pra poder ver o verdadeiro final do jogo. Muitos troféus do Charada estão bem escondidos que são quebra-cabeças dignos do maior detetive do mundo. É um jogo excelente em todos os aspectos técnicos e uma aquisição obrigatória pra quem é fã do Batman. Depois de tudo que o Batman passa no jogo ainda tem os DLCs de história paralela que você pode jogar quem complementam toda a experiência deste incrível jogo. Dou destaque para o DLC do Capuz Vermelho e da Batgirl. Vale cada centavo do seu bolso!
Bom, é isso por hoje criançada! Hoje o post ficou grande pela quantidade de jogos que falei aqui hoje, mas prometo que não vou ficar mais tanto tempo afastado! Comentem, curtam, compartilhem e deem sugestões de jogos! Beijo no cotovelo!





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