terça-feira, 29 de setembro de 2015

Nova Geração, EU TE AMO!!!

Fala camaradagem!!! Nossa, quanto tempo não posto aqui hein?! Fora algumas coisas boas e ruins que aconteceram na minha vida, está tudo bem e vou voltar com isso aqui! Desde a última postagem, muita coisa mudou; não tenho mais o meu PS3 (que gentilmente dei pro meu irmão) e agora estou na nova geração!!! Po%&$, É TETRAAAAAAAA!!! E o melhor de tudo, não estou com apenas 1 dos consoles, mas OS DOIS! Sim amigos, estou com o Xbox One e o PS4 em casa e à pleno vapor! Como fiquei um tempo sem postar budega nenhuma, hoje vou falar dos melhores jogos que joguei até então! Então sentem-se, peguem a pipoca que lá vem história!


Vou começar hoje com um dos primeiros jogos que joguei quando comprei o Xbox One: Dragon Age Inquisition. Lançado em Novembro de 2014 pela EA e desenvolvido pela BioWare, este é um RPG de ação, sequencia direta de Dragon Age 2. Como de praxe na saga, somos apresentado à um novo personagem conhecido como Inquisidor em sua saga para lidar com uma guerra civil entre magos e templários que assola o continente de Thedas enquanto uma misteriosa fissura no céu chamada de A Brecha permite que demônios invadam o nosso mundo.
Eu já conhecia os outros jogos da saga desde o primeiro chamado de Origins. O que sempre mais me chamou atenção nos jogos da franquia é o poder de decisão que você exerce em cima dos seus personagens e de todas as situações que lhe são apresentadas durante as partidas e as suas consequências. Cada decisão sua gera uma reação, e isso tem que ser muito bem pensado, gerando assim um fator de maior envolvimento e certa realidade em suas ações; você vai acabar reagindo no jogo como você reage à situações parecidas na sua vida real. Conforme você progride no jogo, mais personagens você vai conhecendo neste vasto mundo, e eventualmente alguns deles vão se juntar à sua party, podendo ser selecionado para encarar as missões do jogo. O jogo é grande, existem muitas, mas muitas missões paralelas às missões principais que vão deixar você ocupado por um longo tempo. Meu save tem quase 100 horas de jogo e ainda não cheguei na metade das missões principais. Se você apenas está interessado em completar o jogo, sem se importar tanto assim com as missões secundárias, até dá pra fazer, mas vai ser bem mais complicado. Não é que se você fizer todas as missões secundárias o jogo fica mais fácil, mas o nivelamento da dificuldade vai ser bem melhor. Mas é nesse ponto que vou dar minha nota negativa ao jogo; a excessiva quantidade de missões secundárias no jogo, algumas sem necessidade nenhuma. Em nenhum momento o jogo te obriga à fazê-las, mas se você gosta de explorar todos os cantos do vastos mapas, você vai acabar fazendo a maior parte delas, e muitas são simples missões de vá de um canto para outro e volte pra trazer um objeto que não vai servir pra nada. Algumas te dão recompensas valiosas, mas a maioria só te dá gold do jogo e muitas vezes nem vale tanta à pena assim. No que o jogo é excelência é em sua história; todos os jogos dessa franquia tem uma história bem amarrada, bem contada e com desfechos diferentes dependendo das suas escolhas durante a partida. O gameplay também sempre foi marca registrada da franquia, sendo que neste apresenta uma novidade chamada Câmera Tática; ao apertar o botão da Câmera Tática, o jogo fica em slow motion e você pode decidir a melhor jogada da sua equipe, recuperar o HP dos personagens, selecionar magias e golpes e até fabricar um combo! É uma excelente novidade para o jogo e cai muito bem em todas as batalhas, que não são poucas. Em resumo, é um excelente RPG e que vale a pena a compra!

O próximo jogo que vou falar é The Order 1886, jogo produzido pela Ready At Dawn com a colaboração da SCE Santa Monica Studios. Foi lançado pela Sony Computer Entertainment exclusivamente para PS4 em Fevereiro de 2015. O jogo conta a história de um grupo de cavaleiros conhecidos com The Order, fundada pelo Rei Arthur com o intuito de combater criaturas nefastas. Como o título sugere, se passa durante o ano de 1886 numa Londres vitoriana. O personagem central do jogo é Sir Galahad, um dos mais respeitados cavaleiros da Ordem. Trata-se de um jogo de ação de tiro em 3a pessoa, bem parecido com Gears of War, mas comparando cruamente é bem genérico. Foi um dos primeiros jogos que comprei junto com o PS4, e foi anunciado com um grande hype na mídia especializada por ser considerado revolucionário. Mas de revolucionário não tem nada, mas ainda assim é um bom jogo com uma boa história e com excelentes gráficos, mas nada mais além disso. Eu gostei bastante do jogo, exatamente por ser um fã órfão de Gears of War. The Order 1886 foi muito criticado pela sua excessiva quantidade de QTEs (Quick Time Events) e Cut-Scenes, mas ainda assim eu acredito que não peca por isso, pois são cenas muito bem executadas e dirigidas. Isso toma quase que metade do game, que não é muto grande (dura cerca de 8h), e entendo as criticas, mas não acho que isso tira o mérito do jogo no que ele se propõe. Graficamente é um excelente jogo, a modelagem dos personagens é quase real, e isso mostra um pouco do que o PS4 é capaz de produzir. É um jogo que eu recomendo, ainda mais por hoje em dia estar mais barato.

O próximo jogo é Bloodborne, um jogo ação tática desenvolvido pela From Software e publicado pela Sony Computer Entertainment em Março de 2015, exclusivamente para PS4. Realizado pelo mesmo diretor de Demon's Souls e Dark Souls, por muitos foi considerado a sequencia espiritual de Demon's Souls, mas o diretor do jogo, Hidetaka Miyazaki, sempre afirmou que este é um jogo de uma nova IP da Sony, e não tem relação nenhuma com os jogos da série Souls. A jogabilidade lembra bastante à da série Souls, mas é aprimorada de forma positiva, pois o personagem é bem mais ágil e rápido. Eu joguei Dark Souls no meu antigo PS3 e senti a diferença ao jogar Bloodborne; precisei ser mais agressivo nas minhas abordagens aos inimigos, inclusive chefões, mas sempre com o mesmo cuidado e tática, pois quando menos se espera, o inimigo pode desferir um golpe que pode acabar com quase toda a sua barra de life. O jogo é difícil e você vai morrer bastante. Isso pode frustrar a maioria dos jogadores, mas se você é da minha geração e jogou jogos do tipo Contra e Battletoads, com certeza não vai desistir na primeira morte. Realmente Bloodborne não é um jogo pra qualquer um, requer uma certa dose de paciência e habilidade pra jogar, e você só vai aprender mesmo morrendo. Uma vez que você entende isso, você vai apreciar o jogo do jeito que ele tem que ser jogado. Existe uma função online no jogo, em que você pode chamar até 3 amigos para te ajudar durante o jogo, principalmente contra os chefões, o que facilita muito a batalha. É um jogo recompensador pra quem tem a paciência necessária pra chegar até o final, vale muito a compra se você é fã desse estilo de jogo.

Agora vou entrar na parte final do post, vou falar sobre meus 2 jogos favoritos desse ano até o momento! Mas calma, ainda tem jogo pra caramba pra ser lançado este ano e jogos que ainda não joguei. Se você sentir falta de The Witcher 3 aqui, não se preocupe: eu não vou falar sobre ele pois não joguei e nem tenho vontade hahahahahaha! Nada pessoal, mas pra quem jogou Dragon Age Inquisition como eu, não vai ter nem saco e nem tempo pra The Witcher 3! Agora vamos aos 2 ultimos jogos!

Mad Max, produzido pela Avalanche Studios e lançado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em Setembro de 2015, é um jogo de ação / aventura de mundo aberto baseado na série de filmes, mas que não tem relação direta com nenhum deles. Um dos jogos mais divertidos que joguei este ano! A pegada do jogo é similar à GTA, mas com toda a ambientação do desolado mundo de Mad Max. A história conta a jornada de Max para recuperar seu V8 Interceptor que foi roubado por saqueadores do bando de Scrotus (sim, o nome é esse mesmo). Durante sua jornada, Max se alia à um mecânico chamado Chumbucket que o auxilia tanto na manutenção da sua máquina de matar quanto nos combates. Falando em combates, esses são os destaques de Mad Max, tanto no carro quanto nos punhos da fúria; Max conta com uma vasta gama de itens que pode ir aplicando ao seu Magnum Opus no decorrer do jogo para personalizar seu carro da forma como quiser, e também pode fortalecer o próprio Max, melhorando sua armadura e sua melhor arma: seus punhos. O combate em solo de Max lembra bastante Shadows of Mordor e Batman, mas é mais visceral e bruto. Como de praxe num jogo de mundo aberto, existem centenas de coisas à serem feitas no imenso mapa do jogo. A jogabilidade é bem fluida e de resposta rápida. Graficamente o jogo é belo, com visuais deslumbrantes na vastidão do deserto Australiano. Eu estou me divertindo demais com esse jogo, estou totalmente imerso em sua história, muito bem contada por sinal. Como fã dos filmes de Mad Max, não poderia deixar passar esse jogo que não deixou à desejar! Vale a compra!

E por fim, não poderia deixar de falar sobre o meu jogo favorito deste ano e que eu tenho certeza que será O JOGO DO ANO (desculpe Star Wars Battlefront): Batman Arkham Knight, jogo produzido pela Rocksteady Studio e lançado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em Junho de 2015. Este é o ultimo jogo da série Arkham, fechando com chave de ouro a saga do Cavaleiro das Trevas em manter a paz em Gotham. Neste jogo temos a volta do Espantalho, que melhorou o seu gás do medo e pretende assolar Gotham em pesadelo. E para isso ele forma uma aliança com um novo vilão criado especificamente para este jogo: o Arkham Knight. O jogo é um mundo aberto em grande parte na cidade de Gotham, onde você tem que desvendar os mistérios do Charada, lutar contra gangues pelo controle das ruas e prender os mais procurados, entre eles Pinguim, Duas-Caras e Arlequina. Na boa, este é o melhor jogo do ano, PQP! Não tem uma virgula pra falar mal desse jogo, perfeito em todos os sentidos! Gameplay primoroso, aperfeiçoando o que já era espetacular nos outros jogos, e agora com a adição do Batmóvel, tendo missões específicas para o carro! A história do jogo é muito bem contada e coesa, tendo um desfecho sensacional, digno do melhor herói da DC Comics. A experiência de jogar Batman Arkham Knight é difícil de explicar, só jogando mesmo. Se eu tiver que apontar 1 ponto negativo é o fato de você ter que desvendar os 280 mistérios do Charada pra poder ver o verdadeiro final do jogo. Muitos troféus do Charada estão bem escondidos que são quebra-cabeças dignos do maior detetive do mundo. É um jogo excelente em todos os aspectos técnicos e uma aquisição obrigatória pra quem é fã do Batman. Depois de tudo que o Batman passa no jogo ainda tem os DLCs de história paralela que você pode jogar quem complementam toda a experiência deste incrível jogo. Dou destaque para o DLC do Capuz Vermelho e da Batgirl. Vale cada centavo do seu bolso!

Bom, é isso por hoje criançada! Hoje o post ficou grande pela quantidade de jogos que falei aqui hoje, mas prometo que não vou ficar mais tanto tempo afastado! Comentem, curtam, compartilhem e deem sugestões de jogos! Beijo no cotovelo! 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O Melhor do Melhor do Mundo!

Fala gente, como é que tá hein?!?! PQP, finalmente irei falar de Grand Theft Auto V, o famoso GTA FAIVAAAAAA!!!! Simplesmente o melhor jogo da geração PS3/Xbox360!!! O jogo mais viciante de todos os tempos, como só a Rockstar consegue fazer! Lançado no ano passado, ganhou vários prêmios incluindo Melhor Jogo do Ano de 2013 pela IGN Awards e Golden Joystick Award. O mesmo também gerou muitas polêmicas pelo seu conteúdo violento, principalmente pela missão "By The Book", que eu não vou comentar o que é pra não estragar a minha surpresa e nem de quem ainda não jogou, vou apenas comentar sobre isso: HIPÓCRITAS! As pessoas levam tão à sério os videogames dizendo que são violentos, mas tudo bem botar mulher pelada no carnaval durante o dia para as crianças assistirem e novelas com temas importantes mas muito mal abordadas! VÃO TODOS TOMAR NO OLHO DO C#!!! Videogames são ENTRETENIMENTO, assim como cinema e futebol! Violência pra mim são esses hospitais caindo aos pedaços, o ensino público precário e estádios de futebol super faturados pra estrangeiros! Reclamem disso, não de uma coisa que é apenas e puramente ENTRETENIMENTO!

 Eu sempre joguei GTA, desde o primeiro lá nos primórdios do PC, passando por Vice City e San Andreas até agora. Desde que foi anunciado em 2011 fiquei seco pra jogar prevendo que seria um jogão! Desde então a Rockstar foi soltando aos poucos notícias e novidades sobre o jogo, e os que me mais me chamaram atenção foi que teria 3 protagonistas diferentes e que teria um modo online, novidade na série. Eu vou ser bem sincero em dizer que não tinha muitas esperanças em relação aos 3 protagonistas, não sabia como a Rockstar ia encaixar isso na história do jogo, pois nunca teve isso nos outros jogos da franquia. E o modo online seria uma incógnita até ser lançado. Acabou que no final das contas tudo deu super certo! Bem... mais ou menos... o modo online de começo não foi muito bem até ser corrigido. No primeiro dia de funcionamento houve muitas reclamações, muito por conta da enxurrada de gente tentando se conectar. Agora está muito bom, com bastante coisa pra se fazer e muita gente pra encontrar e batalhar.

A história do jogo conta com 3 protagonistas, como eu havia dito anteriormente: Michael De Santa, Trevor Phillips e Franklin Clinton. Michael foi um assaltante de bancos juntamente com Trevor, que é ex-piloto da força aérea americana, que durante o último assalto se fere e é capturado pela FIB e forçado à fingir sua morte. Trevor consegue fugir e hoje vive isolado do mundo. Franklin entra na vida de Michael quando ele rouba o carro do seu filho e acaba virando amigo de Michael, sendo chamado para alguns trabalhos. A história é sensacional, muito bem contada e coesa. Todos tem seus momentos no jogo, que é enorme, com suas missões individuais e seus próprios problemas pra resolver. O destaque pra mim é Trevor; personalidade psicótica, é o que garante os melhores momentos do jogo e os mais engraçado, sendo inclusive protagonista do polêmico capitulo "By The Book" que eu mencionei no começo. Dá pra fazer de tudo neste jogo, desde roubar carros, pilotar helicópteros e caças, comprar comércios, jogar golfe, ir à Strip Clubs até caçar tubarões e tesouros no fundo do mar. Sério, são várias possibilidades! Tudo o que você puder imaginar dá pra fazer neste jogo, de tão imersivo e aberto que ele é. A jogabilidade também foi remodelada, ficando muito mais fácil e ágil agora controlar seu personagem tanto pra andar, brigar, atirar e dirigir. Uma novidade bacana no jogo é que agora você pode investir na bolsa de valores, podendo ganhar ou perder muito dinheiro. É um sistema bem simples e sem complicação. As missões paralelas também aumentaram, você tem muito mais coisas à fazer e algumas bem desafiantes.

O mapa de GTA5 é enorme, como havia dito antes, mas agora com muito mais possibilidades. Você pode comprar propriedades, comércios, pode roubar helicópteros e caças da força aérea e estacionar no seu aeroporto particular e ainda pode usá-los pra detonar a cidade! Sim, você pode! O jogo te dá esta liberdade. Nunca em nenhum jogo de mundo aberto me senti tão livre pra zuar com a cidade inteira com em GTA5. Você pode explorar o oceano usando uma lancha ou um submarino que você rouba em uma das missões. Falando em missões, no jogo cada missão de roubo pode ser planejada cuidadosamente antes de ser executada, tendo o direito de escolher os membros auxiliares, dependendo de como você vai realizar o roubo. Ao definir as diretrizes do roubo, você precisa conseguir os equipamentos necessários para realização do roubo, e isso também requer ação por parte dos nossos 3 protagonistas, que rendem belos e bons momentos! Não tenho o que falar mal do jogo, é simplesmente o melhor jogo já lançado até hoje para a geração passada. E até eu conseguir jogar alguma coisa do PS4 e Xbox One, GTA5 é o melhor jogo da atualidade!

Bom, por hoje é isso! Curtam, comentem e compartilhem! Até a próxima e um beijo no seu cotovelo! Agora eu vou pro meu vício!!!

terça-feira, 8 de abril de 2014

E vai começar mais uma corrida maluca!!!

Olá carambada de gente! Como é que tá, hein? Hoje é dia de misturar um pouco as coisas, com 2 games; um é antigo pra caramba porém muito divertido e o outro é um lançamento recente e divertido igualmente! Falarei hoje de F-Zero GX e Assassin's Creed IV: Black Flag! AYE CAPTAIN!


Este é F-Zero GX, um jogo produzido pela Amusement Vision da SEGA e lançado em 2003 para o falecido, porém fo%@, Nintendo GameCube, um dos últimos consoles que a Nintendo lançou que presta (Nintendo Wii U, vai tomá no c*!). Eu tive este jogo por muito tempo, na época de escola ainda, juntava meus amigos em casa pra ficar jogando. Um game de corrida alucinante, mega veloz e cheio de desafios. O jogo tinha coisas demais pra habilitar e vários modos, além de contar com um modo de personalização, para você criar seus próprios pilotos e carros. O jogo oferece mais de 20 pistas diferentes e mais de 30 pilotos pra você escolher em modos como Grand Prix, Time Attack, Versus e muito mais. O jogo era desafiante, com pistas cheias de armadilhas e adversários difíceis de se passar, porém nunca frustrante. Lembro de várias tardes com meus amigos jogando F-Zero, várias batalhas e corridas! Era emocionante, pistas grandes e desafiantes e com velocidades incríveis. Era um jogo que merecia um remake nos consoles novos. Não sei se no Wii U ficaria bom, mas com certeza se a licença do jogo fosse vendida para alguma Softhouse sairia um jogo incrível como este foi, com todo o poderio gráfico dos consoles atuais. É só pegar o exemplo do Killer Instinct, era exclusivo da Nintendo na época do SNES e N64 e agora saiu para Xbox One e ficou fo%@! Por favor, façam uma nova versão do F-Zero, que sempre foi um jogo sensacional!

O outro jogo é Assassin's Creed IV: Black Flag. Eu sou meio suspeito pra falar de AC, pois desde o primeiro lá no Xbox 360 com o Altair como protagonista foi um dos meus jogos favoritos, tanto que eu tenho a Assassin's Crest tatuada no meu braço. Joguei todos os jogos, destrinchei todos de cabo a rabo, então fiquei muito empolgado quando eu vi os Previews deste jogo na internet, falando sobre o mundo aberto e exploração através de um navio pirata. Eu gosto muito de explorar e descobrir todos os segredos do jogo, então este é um prato cheio pra você que é igual à mim. Mas vou ser sincero, quando saiu o AC3 eu fiquei um pouco decepcionado. O jogo em si não era ruim, mas não me empolgou tanto quanto a saga Ezio em AC2, AC Brotherhood e AC Revelations, então quando anunciaram AC4 não depositei muita fé. Mas quando eu peguei pra jogar, PQP... tudo de ruim que eu estava esperando não se concretizou. O jogo é um regaço, enorme de grande com muita, mas MUITA coisa pra se fazer! Toda a modelagem de controle foi aprimorada, a resposta sai muito mais rápida, e os bugs diminuíram consideravelmente. O personagem principal é Edward Kenway, pirata e corsário que acabou se envolvendo com o credo dos assassinos por um acaso do destino e agora tem a missão de desvendar a conspiração Templária nos impérios Britânico e Espanhol. Edward é pai de Haytham Kenway e avô de Connor Kenway, personagens de AC3.

Eu ainda não terminei o jogo e com certeza não vou nem tão cedo pois como falei, tem trocentas coisas pra se fazer no jogo e descobrir. O enredo do jogo tem como base o período da Era Dourada da Pirataria no Caribe, se passando basicamente em Havana, Nassau e Kingston. No jogo você pode explorar e descobrir segredos de várias ilhas e cidades, e novidade fica por conta da exploração submarina. Isso mesmo, você pode caçar tesouros no fundo do mar além de poder pescar e caçar tubarões e baleias, sendo suas carcaças usada para melhorias dos equipamentos de Edward. Falando em equipamentos, Edward conta com o seu navio Gralha, que também pode ser melhorado e evoluído ao ponto de que nenhum outro navio no jogo pode te derrotar. Como já é de praxe no jogo, Edward conhece várias figuras históricas da época em que se passa o jogo, piratas famosos como Benjamin Hornigold, Charles Vane, Calico Jack, Anne Bonny e o mais temível de todos, Edward Thatch, o Barba Negra!

Sobre a jogabilidade: ficou muito melhor que o AC3, que já era bom! O sistema de combate é bem intuitivo, podendo usar todas as armas de Edward durante as lutas, como suas Hidden Blades, espadas duplas e pistolas. Os inimigos também estão mais inteligentes, não sendo mais tão fácil derrotá-los, alguns ainda usam rifles para te atacar, e é com esses que você tem que tomar cuidado. A parte stealth do jogo também ficou bem mais elaborada e mais desafiante sem ser frustrante. Agora você precisa pensar com mais cuidado antes de avançar e usar mais estrategicamente os arbustos e esconderijos. O show à parte do jogo fica por conta das batalhas navais: tivemos uma prova disso em AC3, onde foi implementado primeiramente este sistema de batalhas navais, mas muito mais cru do que em AC4. Como disse anteriormente, Edward conta com o seu navio Gralha para a exploração naval do mundo de AC4, e as batalhas nos mares são espetaculares! Você pode melhorar seu navio com vários tipos de armas, como canhões, morteiros e balas acorrentadas, e quando você derrota um navio inimigo você pode saqueá-lo, usá-lo para reparar o Gralha e ainda recrutar os sobreviventes para o bando de Edward Kenway.

Bom, por hoje é isso, dois sensacionais jogos de diferentes gerações, porém que são muito divertidos. E o bacana é isso, não importa se o jogo é antigo ou novo, mas se ele é bom e tem um bom fator de replay. Beijo no cotovelo e até a próxima!

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Eu sou o Batman... mentira, sou nada!

Fala cambada, como é que tá hein?! Até agora está indo tudo bem, as postagens tem feito sucesso (???) e estou animado com o blog. Antes de tudo, um assunto nada haver com games, mas é uma coisa que eu gosto muito: foi lançado esta semana as figurinhas da Copa do Mundo no Brasil! Mais empolgado eu não poderia estar, afinal eu coleciono esta bagaça desde que eu me conheço por gente, MAS o que não lançaram até agora foi o álbum em si!!! Isso mesmo, eu quero ibagens agora!!! Não lançaram a po%#@ do álbum, só as figurinhas! PQP, o gênio que achou que isso fosse uma jogada de marketing foda tinha que ser demitido! Eu comprei as figurinhas e irei completar mais um álbum, mas que esta Copa até agora tem sido um fiasco em todos os sentidos, ah isso tem sido sim!

Agora vamos ao que interessa, que são os VIDOGRAMES!!! Hoje eu falarei de Batman Arkham Asylum, o 1o jogo da série Arkham, lançado em 2009 para Xbox 360, PS3 e PC. Desenvolvido pela Rocksteady e publicado pela Eidos, o jogo conta uma história inédita até então do Cavaleiro das Trevas; o Coringa atacou o gabinete do prefeito de Gotham e logo foi derrotado pelo Batman e levado para o Asilo Arkham, onde ficaria preso. Mas ao entrar no asilo, logo ele descobre que tudo foi uma armação do Coringa para manter Batman preso em Arkham, tomado por ele e seus comparsas, e dominar de vez Gotham. Coringa se alia à vários bandidos, incluindo Bane, Harley Quinn e Hera Venenosa para liquidar de uma vez por todas com o Homem Morcego.

Vou dizer logo de cara: o jogo é FO&@ PRA CARAL%$*@!!! PQP, este com certeza foi um dos melhores jogos da geração passada e o melhor de um super herói, representando fielmente o clima sombrio do Batman neste jogaço. Existem várias coisas pra se fazer no jogo, além da campanha normal, e a exploração pelo asilo é encorajada pelos mistérios e enigmas que o Charada espalhou por todos os cantos. Vale muito a pena você gastar seu tempo tentando solucionar os enigmas do Charada, pra quem gosta de desafios é um prato cheio. O Batman deste jogo está um cavalo, cada porrada que você dá você sente no controle, é impressionante o modo como os caras da Rocksteady conseguiram transmitir isso ao jogador.

Falando em porrada, a jogabilidade é perfeita neste jogo! O sistema de combate é chamado de Free Flow, em que você não precisa sair esmagando botões no seu controle e nem precisa decorar sequências enormes de comando para executar seus combos: você precisa apenas de 1 botão de ataque e direcionar Batman pra onde ele vai desferir o golpe. Você ainda pode desviar de ataques inimigos com outro botão e usar seus gadgets com outro. É muito simples e fácil de pegar, e foi mais 1 ponto à favor dos caras da Rocksteady. Além de combates espetaculares, ainda tem a parte stealth do jogo, chamada de modo Predador, onde você pode derrotar seus inimigos sem eles te verem e com o estilo Batman de pura fúria e sagacidade! As batalhas contras os chefes também são um show à parte, especialmente contra o Killer Croc, mas não vou dizer muita coisa pra que quem ainda não jogou saiba depois do que eu estou falando...

CONSIDERAÇÕES FINAIS: O jogo é um regaço, muito bom em todos os sentidos. Só achei que a campanha é bem rápida, mas se você for que nem eu e quiser descobrir todos os segredos do jogo, vai ter bastante trabalho. O clima do jogo é bem sombrio, acertando em cheio com o que condiz nos quadrinhos do Cavaleiro das Trevas. Eu joguei este jogo na maioria das vezes à noite, então isso dá uma certa diferença na hora de jogar, pois em muitos momentos eu me senti tenso com o clima instalado, principalmente na fase do Killer Croc, onde eu tomei vários sustos. Vale muito à pena, ainda mais agora que a versão GAME OF THE YEAR está disponível bem baratinho e ainda tem vários mapas novos para o Modo Desafio e ainda um modo de jogo onde você controla o Coringa em várias missões dentro de Arkham, em paralelo com a história principal do Batman. Quem quiser comprar, pode confiar de olhos fechados, o jogo é espetacular!

Bom é isso galera, lembrando que vocês podem sugerir jogos que queiram ver aqui ou simplesmente mandar um recado bacana! Curtam, compartilhem e falem bastante! Beijo no cotovelo e na ponta do nariz!

segunda-feira, 31 de março de 2014

A Pérsia é Logo Ali!!!

 Olá gente humana de Deus, como é que tá, hein?! Espero que tenham curtido a 1a postagem do diário! Bom vamos ao que interessa né! Estou em casa com um jogo um pouco mais antigo, mas de excelente qualidade: Prince of Persia. Este foi a 1o jogo da franquia da Ubisoft nos consoles da geração passada, lançado em 2008 para PS3 e Xbox360. Você controla o Príncipe (???) que é acompanhado pela Elika, princesa da região onde acontece a história do jogo que possui poderes mágicos. O objetivo do jogo é você purificar as terras corrompidas por Ahriman, deus das trevas e impedir a sua libertação total.

O jogo em si é bem dinâmico, com seus momentos de puzzles, ação e exploração. Os puzzles em si não são complicados, sendo facilmente resolvidos uma vez que você se esforce um pouco para resolve-los. Todo o destaque do jogo vai para ação e exploração das terras, tanto na sua tentativa de purificação quanto após isto. O curioso é que o Príncipe em si não aprende novos truques e suas armas não ganham nenhum novo poder ou reforço, o famoso sistema de melhorias das armas, mas quem ganha novos poderes é sua companheira Elika. Ao juntar Light Seeds suficientes, Elika pode abrir novas Power Plates, que garantem acessos à novas regiões do jogo para serem purificadas.

Outro destaque do jogo são os gráficos. Usando a técnica de animação em Cel Shading, a Ubisoft conseguiu criar um mundo muito belo de se ver. Muitas vezes me vi parado no jogo apenas admirando suas belas paisagens. Até o Príncipe do jogo várias vezes faz menção do visual do mundo ao seu redor. Os personagens também são bem desenhados e animados, sendo para mim os dos jogos mais bonitos da geração passada.

Na minha opinião, este está entre os 10 melhores jogos já lançados para PS3, acho que o ponto negativo seria o curto tempo de jogo. Existem bastante coisas à se fazer no jogo, mas ainda achei curto. Fora isso, o jogo pra mim é perfeito. Ainda tem como você liberar novas roupas para ambos os personagens, incluindo uma roupa do Altair de Assassin's Creed. Muito recomendado pra quem é fã da série ou não.

Então pessoa, gostaram do post? Curtam, compartilhem ou falem mal, mas não deixem de comentar! Lembrando que você pode sugerir algum jogo! Abraços e um beijo no cotovelo!

sexta-feira, 28 de março de 2014

And so begins...

Olá humanos, como é que tá, hein?! Eu sou Marcelo, sou carioca da gema e criador deste diário gamer. Aqui espero por em palavras minhas expressões sobre determinado jogo que joguei e comentar mais sobre o mundo dos games. Meu objetivo não é informar, mas dar a minha visão sobre as coisas que ando jogando, e o que tem por aí de novidade. É apenas um diário, espero porém que gostem e que comentem! Não sou jornalista e nem nada disso, apenas um cara que quer compartilhar pensamentos que podem ser os mesmos que o seu ao jogar um determinado jogo.

Atualmente estou com um PS3 e alguns jogos já completados e outros à serem jogados e terminados. Hoje eu vou começar falando de 2 jogos que joguei recentemente: Heavy Rain e The Last of Us.

Heavy Rain é um jogo desenvolvido pela Quantic Dream exclusivamente para PlayStation 3 e lançado em 2010. Muitos falam que é um grande hit-and-click, mas eu digo diferente; pra mim é um grande e sensacional filme interativo. Esta foi a primeira impressão que eu tive ao terminar a 1a hora do jogo. E fiquei ávido por mais, não parei de jogar até terminar. E olha que eu tava com The Last of Us e Os Cavaleiros do Zodíaco: Bravos Soldados novinhos em folha na mão pra jogar! A história gira em torno de um assassino em série chamado The Origami Killer e envolve 4 personagens centrais envolvidos diretamente com os eventos da trama, uma jornalista, um arquiteto, um detetive particular e um agente do FBI. O desenrolar da trama depende muito das escolhas que você faz ao progredir no jogo e não existe um melhor final do jogo, isso vai muito do que você fizer. É bacana por isso, pois a história pode mudar de figura conforme você quer, e ainda assim continua sensacional. Os controles são simples de se pegar e bem claros, com respostas rápidas. Os gráficos são espetaculares, parece filme mesmo, ficando o destaque para a ambientação bem realista e viva. Jogo altamente recomendado pra quem quer alguma coisa nova e diferente pra jogar!

Outro jogo que joguei mas ainda não terminei é The Last of Us, jogo desenvolvido pela Naughty Dog (a mesma que lançou Uncharted) e lançado em 2013, além de ter recebido vários prêmios de Jogo do Ano por diversas publicações especializadas em games, incluindo Game Informer, IGN e Kotaku. O jogo conta a história de Joel e Ellie, sobreviventes num mundo destruído por uma praga que transforma seres humanos em monstros. Joel é contrabandista e Ellie uma adolescente de 14 anos que tem um mistério. Tem muito mais história nisso do que apenas o que eu contei, lógico, mas a forma como ela se desenvolve é surpreendente! O jogo te prende do começo ao fim, com momentos de tensão a todo instante, tanto pelos monstros quanto por outros humanos. Pra quem, como eu, jogou o 1o jogo do Resident Evil do PS1, vai ter os mesmos arrepios na espinha a cada combate. Sua munição é muito, mas muito escassa, você precisa dosar muito bem e usar com inteligência todas as armas à sua disposição, sejam escopetas à barras de ferro. Não tenho o que falar mal deste jogo, simplesmente é uma obra-prima! O jogo é de dar muito medo, fico tenso em muitas partes e quebrando a cabeça em como vou derrotar 6 inimigos com apenas 4 balas na agulha e uma barra de ferro com metade da energia.

Bom, por hoje é isso, espero que gostem, curtam e compartilhem! Até a próxima!

OBS: Se quiserem sugerir algum jogo, sintam-se à vontade!